quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Mamãe é Down, Há no mundo cerca de 30 casos documentados de mulheres com a síndrome que deram à luz. Uma delas é Maria Gabriela, mulher de Fábio e mã



Entenda a síndrome de Down
A probabilidade de uma mulher Down gerar um bebê com a síndrome é de 50%. Desses, pelo menos metade não chega a nascer

O que é: um acidente genético durante a divisão celular do embrião. Células normais têm 46 cromossomos divididos em 23 pares. O Down tem um cromossomo extra. Pelo menos metade dos Downs não chega a nascer, pois a mãe sofre aborto espontâneo


Causa: não existe uma causa. O risco está relacionado à idade materna e é maior nos extremos da vida reprodutiva. Mulheres de 19 a 24 anos dão à luz um bebê Down a cada 1.752 nascidos vivos. Aos 46 anos, a probabilidade é de um Down a cada 33




Diagnóstico: é possível fazer durante a gravidez ou após o parto. Neste caso, são observadas as características físicas do bebê, como hipotonia muscular, fenda palpebral oblíqua e língua protrusa. A confirmação pode ser feita pelo estudo dos cromossomos



Desenvolvimento: Down não é uma doença e não tem cura. Problemas de visão e audição e moléstias cardíacas e respiratórias são mais freqüentes nas pessoas que têm a síndrome. Quase metade dos bebês Downs tem cardiopatia congênita





Tratamento: as funções motoras e mentais de um Down se desenvolvem mais lentamente, por isso a estimulação precoce com fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional é fundamental. Os pais devem encorajar ao máximo a independência do filho Down






Fertilidade: um terço das mulheres Downs é fértil. Um terço ovula irregularmente. E um terço não ovula. Metade dos embriões de mães Downs tem a síndrome. Homens, normalmente, são estéreis. Na literatura médica há apenas três casos descritos de pais Downs

Solange Azevedo (texto) e Rogério Albuquerque (fotos), de Socorro (SP)


Fontes: William I. Cohen (Down Syndrome Center, Universidade de Pittsburgh, EUA) e geneticistas Zan Mustacchi (Hospital Infantil Darcy Vargas) e Juan Llerena Jr. (Fiocruz/RJ)

As recentes conquistas dos Downs devem levar a novos debates. Um dos mais urgentes é sobre a sexualidade e os direitos reprodutivos. Quem deve decidir se eles podem ou não ter relações sexuais e filhos? “É como se colocássemos nessas pessoas um status permanente de crianças, dependência e impossibilidade de escolha”, afirma Débora Diniz, antropóloga e professora de Bioética da Universidade de Brasília. Cada caso é único. E a resposta para cada um deles não deve ser padronizada.
Pela lei, os direitos reprodutivos dos deficientes intelectuais são os mesmos de qualquer cidadão. A Justiça, no entanto, costuma presumir que nas relações sexuais de não-deficientes com deficientes está embutido algum tipo de abuso. Mesmo quando o sexo é “consentido”, a interpretação freqüente é que a permissão pode ter sido dada por ingenuidade. “Para grande parte da população, a deficiência intelectual justifica a imposição de outros limites”, diz Mustacchi. De acordo com o médico, por trás dos questionamentos sobre os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes há duas perguntas: “Quem vai cuidar do bebê?” e “E se ele também for deficiente?”.
Quando descobriu a gravidez de Gabriela, essas dúvidas tiraram o sono de Laurinda. A avó de Valentina achava que, aos 51 anos, não teria força para educar uma criança. O apoio veio dos dois filhos e de amigos. A casa de Laurinda vive cheia. É um entra-e-sai o dia inteiro. Todos querem cuidar um pouquinho de Valentina. Carlos Alberto Demate Júnior, o filho mais velho de Laurinda, é padrinho da menina. Acabou se tornando seu segundo pai. “O que mais me preocupa é a estrutura emocional de Valentina. Como, na infância e na adolescência, ela vai lidar com o fato de ter pais excepcionais?”, diz. “Ela pode achar o máximo eles terem vencido uma barreira – ou pode sentir vergonha”.
Gabriela faz parte da primeira geração Down que temrelacionamentos estáveis e está formando famílias
Valentina nasceu no dia 19 de março, às 19h12. Logo depois do almoço, Laurinda notou que a filha entrara em trabalho de parto. Policiais foram abrindo caminho na estrada entre Socorro e Campinas para o carro passar. “Me ajuda, por favor, a gravidez é de risco”, gritava a avó. Não adiantou chegar rápido à maternidade. Gabriela teve de esperar horas até que seu organismo digerisse os dois pratos de comida mineira (tutu de feijão, bacon e carne de porco) antes da cesárea. Como nos últimos dias de gravidez ela ficou hospedada no sítio da mãe, Fábio soube do nascimento da filha perto da meia-noite. Aos prantos, pediu que um amigo o levasse ao hospital.
Gabriela é a primeira mulher na vida de Fábio. “A gente nunca o deixava sair sozinho de casa”, diz o motorista Mauro de Moraes, de 52 anos, o pai. “Ele mudou depois que começou a namorar Gabriela. Ficou mais independente e parece que está mais inteligente”. Durante a sessão de fotos para esta reportagem, Fábio se interessou pelo notebook e pela câmera do fotógrafo. Fez várias perguntas sobre tecnologia. Logo que Valentina nasceu, Fábio pediu uma câmera digital para o pai. Com ela, o rapaz registra as imagens da filha.
À noite, Gabriela e Fábio freqüentam a mesma escola. Ela está no 4º ano do ensino fundamental. Ele, no 1º. O casal leva uma vida singela. Na choperia do tio Vlad, Fábio toma refrigerante ou cerveja sem álcool. Gabriela escolhe amarula ou batida de maracujá. O gosto pelo sanduíche é idêntico: x-frango. O dele com alface. O dela, sem. Um dos passeios prediletos dos dois é zanzar pela Praça da Matriz, na frente da casa de Laurinda e Valentina. Todas as quartas-feiras, o casal ajuda o padre na missa. O sonho dos dois é se casar na igreja. Mas não serve um casamento modesto. Tem de aparecer na TV. “A gente já mandou até uma carta para o Gugu”, diz Gabriela.

Revista Época.
Por Susana Weyl.
Pesquisa .
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Mamãe é Down

EM FAMÍLIA
Valentina não herdou a deficiência intelectual do pai, Fábio, nem a síndrome de Down da mãe, Gabriela


Há no mundo cerca de 30 casos documentados de mulheres com a síndrome que deram à luz. Uma delas é Maria Gabriela, mulher de Fábio e mãe da pequena Valentina
Solange Azevedo (texto) e Rogério Albuquerque (fotos), de Socorro (SP)

Tio, a barriga da Gabriela está dando socos. ”Foi assim, no meio de um bate-papo inocente, que o estudante Fábio Marchete de Moraes, de 28 anos, deixou escapar que ele e a mulher brincavam de “examinar” o ventre dela. Fábio não imaginava que as pancadinhas partiam de uma criança em gestação. Maria Gabriela Andrade Demate, a dona da barriga, também de 28 anos, não fazia idéia de que estava grávida. Embora estivessem juntos havia três anos, dividindo o mesmo teto e a mesma cama, Fábio e Gabriela acreditavam que o sexo entre eles fosse proibido. Seus pais nunca tinham dito, de maneira explícita, que permitiam esse tipo de intimidade. Gabriela tem síndrome de Down. Fábio é deficiente intelectual.
Foi por desconfiar do abdome saliente de Gabriela que o amigo de Fábio procurou a mãe da jovem. “Os dois vêm a minha choperia quase todos os dias e me chamam de tio”, diz Vlademir Cypriano. “Eles me contam coisas que não falam para mais ninguém.” Um teste de farmácia, comprado às pressas, não foi suficiente para eliminar a suspeita. “Mesmo vendo as duas listrinhas do exame, não acreditava que a minha filha estivesse grávida”, afirma Laurinda Ferreira de Andrade. “Levei Gabriela a três ginecologistas e nenhum deu certeza de que ela pudesse ter um bebê. Percebi que estava ficando mais gordinha. Mas achei que fosse por comer demais”. A gestação avançada, descoberta aos seis meses, gerou pânico e encheu a família de dúvidas. Até o nascimento prematuro de Valentina, transcorreram cerca de 60 dias. “Foram os mais longos da minha vida”, diz Laurinda. “Minha filha não tinha feito o pré-natal desde o início, como é recomendado. Por causa da síndrome de Down, ela poderia ter problemas cardíacos. A gravidez era de risco”.
Apesar de o processo de inclusão dos deficientes na sociedade estar distante da perfeição, Gabriela representa uma geração que tem desbravado caminhos. Quando ela nasceu, em 1980, não era comum avistar crianças Downs nos arredores de Socorro – município paulista de 33 mil habitantes fincado na divisa com Minas Gerais, onde Gabriela cresceu – nem pelas ruas de grande parte das cidades brasileiras. “Na hora do parto, perguntei ao médico: ‘Doutor, a minha filha é perfeita?’”, diz Laurinda. “Ele me respondeu: ‘O que é ser perfeita? É ter braços? Pernas? Então ela é perfeita’”.
Embora desconfiassem do diagnóstico, nenhum profissional do hospital revelou à família a deficiência de Gabriela. Afirmaram apenas que ela tinha algum “problema genético”. Ao deixar a maternidade, Laurinda procurou ajuda. “Foi um choque descobrir que a minha filha era Down. O médico me contou da pior forma possível. Disse que ela ia ter um monte de doenças, ter problemas cardíacos e ia morrer. Até que uma amiga me alertou que eu teria de escolher entre fechá-la dentro de casa ou abri-la para o mundo. Vesti a Gabriela com a melhor roupa e saí.”
A desinformação – que em parte se deve aos próprios profissionais de saúde – perpetua um mito que a ciência já derrubou. É raro, mas mulheres Downs podem engravidar. “No mundo todo, há apenas cerca de 30 casos documentados de mulheres Downs que tiveram filhos”, diz Siegfried M. Pueschel, geneticista do Rhode Island Hospital, nos Estados Unidos, um dos maiores estudiosos da síndrome.
Os homens são quase sempre estéreis. Na literatura médica, há só três casos descritos de pais Downs. Com as mulheres é diferente. “Um terço delas é fértil. Um terço ovula irregularmente. E um terço não ovula”, afirma o geneticista Juan Llerena Junior, do Instituto Fernandes Figueira, uma unidade da Fiocruz. “Hoje, os jovens que têm a síndrome estão mais expostos à vida social e ao sexo. Muitos deles trabalham, têm amigos, saem para se divertir. Antes não era assim. Eles ficavam mais reclusos”, diz Pueschel.
A postura positiva de Laurinda, mãe de Gabriela, foi determinante no desenvolvimento da filha. Gabriela deu os primeiros passos sozinha aos 2 anos e 8 meses. Na infância, tinha medo de água e de andar de bicicleta. Afogava-se na piscina, mas pulava de novo até aprender a nadar. Ao andar de bicicleta, caía. Ralava as pernas. Subia de volta e pedalava. Apesar dos hematomas que ganhava nas aulas de judô, lutou para chegar à quarta faixa. Gabriela resistiu aos golpes – e revidou –, a ponto de pendurar uma medalha no peito. Dançou balé. Foi rainha de bateria de escola de samba e tocou tamborim numa ala dominada por homens. Gabriela fica indignada por não dirigir. “Se todo mundo pode, por que eu não posso?”, diz. Em Socorro, cidade do interior paulista onde vive, ela é mais popular que o prefeito. Todo mundo conhece um pouco de sua história.


Revista Época.
Educadora Cláudia Susana .
Aguardo os seus comentários.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A solução vem do seu coração, E da Coragem que pode mudar Uma Vida para sempre.!


Quanto tempo temos? o que estamos esperando? os céus caírem sobre nós, se ao nosso lado morrem dezenas de sonhos, e sonhos são Vidas! neste momento devemos nos atentar para as vidas que perdemos a todos os dias quem sabe dentro de nossos lares. nas ruas e principalmente na rua de sua casa, nas calçadas, nos pontos de ónibus, nas favelas, e nos castelos, " Nos Becos " no mundo dos milionários, Fortunas ouros, E no mundo da mais profunda miséria, entre ratos, vermes, e valas, e fétidos esgotos. "E nós educadores" , em nossas salas de aulas, nos lares de nossos alunos, em lugares, bem conhecido, da sociedade e em lugares que quase ninguém pode imaginar , realmente o que acontece dentro destas paredes, ou na verdade cadeias infernais.
Escrevo, por vozes, que estão caladas por: Armas brutais, pauladas, chicotadas mutilações, queimaduras, E na verdade de Face com a morte todos os dias. Na verdade estas crianças e mulheres,
Em nossos mentes . Nos vem a grande indagação quais são os seus Grandes Sonhos? os seus sonhos são de um dia ter uma vida com LIBERDADE, e INCLUSÃO SOCIAL, verdadeira, " Em um mundo de normalidade social e igualitarismo. Mais claramente falando O AMOR, A PAZ, A FELICIDADE DE EXISTIR, e ser AMADA verdadeiramente, Acredito que o sonho de liberdade é o que alimenta os dias de cada uma delas, que sonham em ser resgatada.
Dedico parte de meu Blog a A mais nobres das Mulheres, SOMALY MAM. que é defensora dos direitos das crianças , " Mundo" sendo mundialmente conhecida, desejo destacar esta obra divinal a este Blog que é também educativo de Emoções, que dedica -se a INCLUSÃO SOCIAL DE CRIANÇAS E PESSOAS DEFICIENTES.
A LUTA CONTRA A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS , MENINAS E MENINOS. que em momentos de suas vidas encontram-se a espera de socorro, a espera de pais que os amem verdadeiramente.
Aqui recebo acadêmicos do Brasil, Mato Grosso, Educadores, e amigos, devemos conhecer, que existe solução, ela pode estar ai adormecida dentro de você, meu querido, o Amor é o combustível de uma vida. E em quanto podemos fazer alguma coisa vamos fazer, em primeiro momento venho deter-me em palavras, pequenas, vamos olha para o nosso país, nosso Estado, nosso bairro, nossa rua, nossa Casa , nosso LAR. sei que eu e você juntos poderemos fazer alguma coisa.
Devemos saber o que está acontecendo no mundo.
E principalmente o de nossas Emoções.
Mais por favor não deixe de SONHAR.
De: Cláudia Susana Weyl.

A INCLUSÃO UM VERDADEIRO DESAFIO PARA A HUMANIDADE.



Em nosso mundo do século 21, em que a liberdade e a democracia estão se estendendo a todos os continentes, é espantoso e moralmente inaceitável que centenas de milhares de homens, mulheres e crianças sejam vítimas de exploração, abuso e escravidão por parte de mercadores da miséria humana.
O tráfico atinge muitos países em todo o planeta, inclusive o nosso. Estima-se que são traficadas de 800 mil a 900 mil pessoas por ano. Quase 20 mil dessas vítimas entram nos Estados Unidos. A natureza transnacional desse tipo de crime requer que os países de origem, de trânsito e de destino trabalhem em parceria para evitar o tráfico, proteger as vítimas e condenar os responsáveis.
Com o uso da força, fraude, corrupção, coação e outros meios horríveis, os traficantes oprimem as pessoas impotentes, desesperadas e vulneráveis. Meninas de apenas 5 anos são vendidas para a prostituição; meninos de apenas 11 anos são transformados em milicianos fortemente armados para servir como meninos-soldados ou executar trabalho forçado para os combatentes.
Os Estados Unidos estão preparados para ajudar os países que demonstrarem um compromisso resoluto de aumentar sua capacidade interna de combate ao tráfico. Trabalhando em conjunto, poderemos ajudar as vítimas do tráfico a se libertar da escravidão e a viver em liberdade com dignidade. Em parceria, poderemos poupar milhares e milhares de pessoas do sofrimento pelo qual outras já passaram.
Secretário de Estado dos EUA, Colin Powell
Adaptado das considerações tecidas por ocasião da divulgação do Relatório sobre Tráfico de Pessoas, de 2003, em 11 de junho de 2003.
DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA.
PROGRAMAS DE INFORMAÇÕES INTERNACIONAIS.
Pesquisadora Professora Susana Weyl.

Store Armazenar The Road of Lost Innocence O caminho da inocência perdida


Pré-encomenda agora (a ser expedidos 12 Setembro, 2008) "A riveting, raw, and beautiful memoir of tragedy and hope." "A rebitagem, cru, e belo livro de memórias de tragédia e esperança".
Born in a village deep in the Cambodian forest, Somaly Mam was sold into sexual slavery by her grandfather when she was twelve years old. Nascido em um vilarejo profunda na floresta cambojana, Somaly Mam foi vendido à escravidão sexual pelo avô dela quando ela tinha doze anos. For the next decade she was shuttled through the brothels that make up the sprawling sex trade of Southeast Asia. Para a próxima década ela estava empurrados através dos bordéis que compõem a extensa comércio sexual do Sudeste da Ásia. Trapped in this dangerous and desperate world, she suffered the brutality and horrors of human trafficking - rape, torture, and deprivation - until she managed to escape with the help of a French aid worker. Encurralados neste mundo perigoso e desesperada, ela sofreu os horrores da brutalidade e de tráfico humano - estupro, tortura e privação - até que ela conseguiu escapar com a ajuda de um trabalhador francês ajuda. Emboldened by her newfound freedom, education, and security, Somaly blossomed but remained haunted by the girls in the brothels she left behind. Entusiasmado com o seu recém descoberta liberdade, educação e segurança, mas permaneceu Somaly floresceu assombrado pelas meninas nos bordéis que ela deixou para trás.
Written in exquisite, spare, unflinching prose, The Road of Lost Innocence recounts the experiences of her early life and tells the story of her awakening as an activist and her harrowing and brave fight against the powerful and corrupt forces that steal the lives of these girls. Escrito em requintados, sobressalente, firme prosa, A Estrada de Lost Innocence reconta as suas primeiras experiências de vida e conta a história de seu despertar como um ativista e sua angustiante e corajosa luta contra as poderosas forças e corruptos que roubam a vida dessas meninas . She has orchestrated raids on brothels and rescued sex workers, some as young as five and six; she has built shelters, started schools, and founded an organization that has so far saved more than four thousand women and children in Cambodia, Thailand, Vietnam, and Laos. Ela tem ataques orquestrados em bordéis e resgatou trabalhadores do sexo, como alguns jovens como cinco e seis; ela construiu abrigos, começou escolas, e fundou uma organização que tem, até agora, salvou mais de quatro mil mulheres e crianças no Camboja, Tailândia, Vietnã, e no Laos. Her memoir will leave you awestruck by her tenacity and courage and will renew your faith in the power of an individual to bring about change. Sua autobiografia vai deixar você aterrado por sua tenacidade e coragem e irá renovar a sua fé no poder de um indivíduo para realizar a mudança.

Providing Sustainable Employment Empregos sustentáveis


Emprego de forma segura e bem pagantes trabalho é um aspecto importante do sucesso reintegração das vítimas. It is also a way to help show change in perceptions about what victims are capable of accomplishing. É também uma maneira de ajudar a mostrar mudança na percepção sobre o que as vítimas sejam capazes de realizar. Providing long term employment opportunities is a top priority of the Somaly Mam Foundation. Proporcionando oportunidades de emprego a longo prazo é uma das principais prioridades da Fundação Somaly Mam.
Currently the foundation helps fund operations of hair salons in Cambodia and will soon employ reintegrated victims of the AFESIP shelters as seamstresses to manufacture scarf designs that will be sold through various outlets in the United States as a wearable way to take a stand against human trafficking and help increase awareness and global support. Atualmente a fundação ajuda a financiar operações de cabelo salões no Camboja e em breve irá empregar reintegrados vítimas da AFESIP abrigos como costureiras cachecol para fabricar modelos que serão vendidos através de várias lojas nos Estados Unidos vegetarianismo como uma forma de tomar uma posição contra o tráfico de pessoas e ajudar a aumentar a conscientização global e apoio.
Learning English is an important skill that can help a resident become attractive to employers who will pay a professional class wage for translation or other services involving English. Aprender Inglês é uma habilidade importante que pode ajudar um residente tornam-se atractivos para os empregadores que irá pagar um salário para a classe profissional de tradução ou de outros serviços que envolvem Inglês. Due to the lack of educated linguists in many third world countries, an opportunity to learn English is an important step toward a successful reintegration. Devido à falta de linguistas educada em muitos países do terceiro mundo, uma oportunidade para aprender Inglês é um importante passo em direção a uma reintegração bem sucedida. Working in conjunction with Regis University in Denver, Colorado, the Somaly Mam Foundation is helping develop comprehensive English as a Second Language program that will be replicated in countries around the world. Trabalhando em conjunto com Regis University, em Denver, Colorado, o Somaly Mam Fundação está a ajudar a desenvolver abrangente Inglês como Segunda Língua programa que vai ser replicado em países ao redor do mundo.

Micro-Financing Micro-Financiamento

Depois de as raparigas são resgatados e reabilitados eles sofrem um processo de reintegração de volta em suas sociedades. Many times this is a difficult task as they overcome their fears of living and working on their own again. Muitas vezes essa é uma tarefa difícil, uma vez que ultrapassar os seus receios de vida e de trabalho por conta própria novamente. With their newly developed skills many choose to run their own micro-businesses. Com suas habilidades recém-desenvolvidos muitos optar por executar a sua própria micro-empresa. To do this requires an initial cash investment, which most do not have. Para fazer isso requer um investimento inicial em dinheiro, que a maioria não tem. The Somaly Mam Foundation offers micro-financing opportunities to the ambitious young women who want to start hair salons, sewing shops, stores, or other businesses to make use of their newly developed skills. Somaly Mam A Fundação oferece oportunidades de micro-financiamento para as mulheres jovens ambiciosos que querem começar salões cabelo, costura lojas, armazéns, ou outras empresas possam fazer uso das suas habilidades recém-desenvolvidos.